08/06/05

Parede

Parem.

Parem as vozes distorcidas por um qualquer sentido de posse ridículo. Parem com isso. As pessoas não são objectos e a ninguém pertencem senão a elas próprias. Abafem os quereres e os mexericos, fiquem do lado de lá do precipício se é aí que gostam de estar, mas não gritem para este lado. Dêm-me ar para respirar e para sonhar, que de certeza não vou sonhar convosco. Há muito que deixaram de ser a minha companhia, o meu refúgio, a minha confidência, agora não mais. Ciúme? De mim? Querem-me assim tanto de volta? Então parem. Desistam. Não me vão ter assim. E talvez de nenhuma maneira.

1 Comentários:

Anonymous Delirio de Morena disse...

Parem porra! Nao leram o que ele disse?

10:04 da manhã  

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