17/11/05

"Será que ainda te lembras / Do que fizeram por ti?" (X&P)

Sinto-me só. O mundo à volta gira em torno de interesses medíocres que não posso compreender e muito menos aceitar. As pessoas precisam de nós para as coisas em que somos decididamente superiores, mas esquecem-se disso quando somos nós a precisar. É a mentalidade mesquinha que nos envolve, esta mania de dar importância apenas por interesse. Depois de conseguir as coisas, já nada importa. O interesse rege todas as relações, por muito estúpido que isso se torne. Vivemos na era do chupismo, não importam os sentimentos mas sim conseguir tudo o que se quer dos outros sem o mínimo de recompensa. Porque a recompensa custa caro e também dá muito trabalho.


Entretanto, cada vez mais o meio em que vivemos se torna uma selva, na qual a lei máxima é a da sobrevivência. Vejo a podridão. Vejo quem pisa e volta a pisar para atingir os seus objectivos. Vejo quem esquece facilmente, quem trai. Serão felizes?

4 Comentários:

Blogger ZeoX disse...

Provavelmente Hitler foi feliz enquanto via milhares de judeus a serem torturados e espezinhados. Por outro lado, Madre Teresa foi feliz enquanto deu o que tinha e não tinha em prol dos mais necessitados. São extremos, apenas mostrar que a "felicidade" é algo muito subjectivo, definida de pessoa para pessoa e pelo modo como se quer atingir, sendo tão transitória como uma nuvem. Há quem não olhe a meios para agarrar algo assim tão passageiro, e há quem saiba que a felicidade não se encontra, trabalha-se, e não põe de lado os seus princípios e o amor ao próximo para tal. Num mundo cada vez mais dominado pelo facilitismo e pela falta de moral, resta saber se nos guiamos pela maioria, ou se ainda temos opinião própria e reger-mo-nos pela nossa cabeça.

4:57 da tarde  
Blogger Kelloguita disse...

Pode-se ser feliz de qualquer forma, depende de cada um. Mas para chegar a um fim, seja ele qual for, felicidade ou nao, há regras e prinicpios mas só para quem os tem. Quem os nao tem, consegue atingir qualquer fim mexendo com a liberdade dos demais. E há para aí muita felicidade à conta do desespero dos outros! Infelizmente minha querida! :o)

11:08 da tarde  
Blogger Viriatus disse...

Nunca me esqueci de tudo o que fizeste,e continuas a fazer por mim. Apesar de eu reconhecer que por vezes não mereçia, mas a vida é assim.

Um grande obrigado AMIGA

12:03 da manhã  
Blogger Viriatus disse...

PS: Já agora comenta o meu blog.

12:08 da manhã  

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