30/08/05

Por um dia...

"Perguntares como é que eu estou
Não é quanto baste
Quereres saber a quem me dou
Não é quanto baste

E dizeres pra ti morri
É um estranho contraste
Nada mais te liga em mim
Tu nunca me amaste

Telefonas pra saber
Como vai a vida
E mais feres sem querer
Minha alma ferida

E assim dá à minha dor
Pássaro ferido
Que nao esquece o teu amor
Estranho e proibido

Deixa-me só, por um dia
Deixa-me só, por um dia
Minha fria companhia
Minha fria companhia

Dizes ser tao actual
Ficarmos amigos
No teu jeito natural
De enfrentar os perigos

Sem saberes que dentro em mim

Ainda arde a chama
Que nao perde o seu fulgor
E ainda te ama

Deixa-me só, por um dia
Deixa-me só, por um dia
Minha fria companhia
Minha fria companhia"

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